CRECI-SP Edição 23052021

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SABER IMOBILIÁRIO 2021 (IV) EM RESUMO

(Palestra Marcos Piangers – Futuro do trabalho e trabalho do futuro)

Autor do best seller “O Papai é Pop” e “A Escola do Futuro”, Piangers começa falando da preocupação com a preparação de suas filhas para os desafios do futuro. Fala do Projeto Back to Human, que entrevistou 600 pessoas em 6 países, 30 diferentes áreas de atuação, a fim de entender a relação do homem com a máquina e seu brutal impacto na economia, na produtividade e na saúde mental. O relatório conclui que dormir bem e fazer exercícios são essenciais para a boa saúde, sem esquecer que, hoje, o mundo é tecnológico.

Jean Marc Cote, pintor francês, em 1989, já antevia o mundo tecnológico e conectivo de hoje: vídeo-chamadas, drones, robôs de limpeza, estímulos cerebrais eletromagnéticos que melhoram o desempenho de motoristas e atiradores. Piangers conta que em palestra na escola das filhas, ser estrela global com Fátima Bernardes, nada significou. As crianças queriam saber se ele tinha canal no YouTube, se conhecia a Quéfora (Youtuber). Elas sabiam mais do que ele. As novas gerações não assimilam o passado. São nativos digitais. Mas as velhas gerações ainda boicotam o futuro.

Há pessoas perdendo empregos porque não se atualizam, tornam-se ajudadores de robôs. Não podemos ser isso! Temos maravilhas, como computadores e celulares, mas usamos mal as redes sociais. Usamos aplicativos que, ao invés de nos ajudarem, nos deprimem.  Esta geração é mais solitária, dorme pouco. Menos sono, mais tecnologia, menor sociabilidade, mais depressão, suicídios. Isso tem de mudar. Steve Jobs impedia os filhos de usar tecnologia. Bill Gates oferecia livros antes de computadores. Piangers estabelece hora para desligar tudo, ativar o relacionamento familiar e dormir.

Back to Human: em tempo de pandemia, 63% dos trabalhadores são engajados, mas 98% estão cansados, 44% esgotados. Experiências em andamento (98% aprovam): semana de 4 dias, 44% mais produtiva, 23% menos energia, trabalho remoto sem chefe, sem metas; salários iguais. Empregos: tecnológicos, 55%; habilidades emocionais, 24%; físicos e de baixa cognição, 15% menos. Alta procura por habilidades humanas, como inteligência emocional, foco, comunicação, criatividade, consciência coletiva. Pergunta: a escola nos preparou para isso?

O futuro é tecnologia, algoritmos, robótica, programação. O mundo precisa de gente que saiba aprender, digerir e aplicar novidades. É mais importante saber incutir empatia, pensamento crítico, conexão, trabalho em equipe, comunicação. Conhecimento técnico se adquire, habilidades sociais e humanas, não. Coisas novas estão acontecendo. Ex.: concreto auto curável, drones bombeiros, avanços biológicos, fazendas verticais, edifícios inteligentes. A previsão é: para 2025, planejamento estratégico; 2030, visão; 2050, disrupção.

Sete habilidades para lidar com o futuro: 1. Surpreender. Fazer o que máquinas não fazem; 2. Utilidade. Capacidade de se transformar; 3. Originalidade, fazer diferente; 4. Negociação. (7% conteúdo; 38% adaptação, empatia; 55% linguagem corporal, apresentação, impostação vocal); 5. Resiliência; 6. Humor; 7. Motivação. Piangers conclui com o gráfico japonês IKIGAI (razão de viver). Intersecção de 4 círculos. No centro, a palavra IKIGAI; nas intersecções internas, missão, vocação, profissão e paixão. Nas bordas, 4 perguntas: o que é bom para o mundo? O que você ama fazer? Em que você é bom? O que você faria, se fosse pago?

João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci – 23/MAI/2021

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